15 de dezembro de 2011
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PPP
14 de agosto de 2011
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Vídeos - Prof. Amábile
4 de agosto de 2011
Aqui estão os links de acesso:
http://tvescola.mec.gov.br/index.php?option=com_zoo&view=item&item_id=4894
http://tvescola.mec.gov.br/index.php?option=com_zoo&view=item&item_id=4895
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Regência - 2º semestre
28 de julho de 2011
Data de entrega das primeiras versões dos planos: 15/08/11
"A intenção é que façam rascunhos de todos os planos nas férias, para quando iniciarem as aulas terem idéias para perguntar às professoras regentes se são viáveis.... e pedir sugestões para professores de metodologias." (Prof. Amábile)
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PCN de Geografia 2 - Prof. Amábile
26 de junho de 2011
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PCN de Geografia - Prof. Amábile
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Feira das Nações
Só para avisar que os arquivos podem ser entregues em CD :*
*Site sugerido pela prof. Amábile para ajudar nas pesquisas: http://www.ibge.gov.br/paisesat/main.php
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Entregas das Notas da Regência
Horários - Segunda-feira (27/06/11)
13h30 - Carmina
13h40 - Fernanda
13h50 - Luisa
14h - Ana Dubena
14h10 - Raquel
14h20 - Thays
14h30 - Carolzinha
14h40 - Caroline
14h50 - Patricia
15h - Naya
15h10 - Bruna
15h20 - Isabelle
15h30 - Camila S.
15h40 - Ana Cristina
17h - Gabriela
17h10 - Fabiane
17h20 - Angela
17h30 - Rafaella
17h40 - Jennifer
17h50 - Camila F.
18h - Luana
18h10 - Erika
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Sistema Nervoso
1 de junho de 2011
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Sistema Endócrino
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RIFA DE DIA DAS MÃES
7 de maio de 2011
Ganhadores da rifa de dia das mães:
Karla Küster
Dina
Renan
Entraremos em contato com os ganhadores, que receberão um voucher que dará direito à uma massagem, uma escova, uma hidratação, uma pedicure e uma manicure no salão Espaço Maais.
A turma parabeniza os ganhadores e agradece a todos que colaboraram.
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ORIENTAÇÕES PARA A VERSÃO FINAL DOS PLANOS DE AULA
25 de abril de 2011
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Arquivos para regência :)
18 de abril de 2011
Façam o download dos arquivos pelos links abaixo :*
http://www.4shared.com/document/WxKziBJP/ficha_de_avaliacao_regencia1.html
http://www.4shared.com/document/doHYvQ5C/FICHA_PARA_PLANO_REGENCIA_2011.html
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LDB - Prof. Amábile
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PPT de Biologia (:
7 de abril de 2011
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PPT - Sist. Respiratório
23 de março de 2011
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Texto para resumir - Prof. Francisco
9 de fevereiro de 2011
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Narrativa
Quando eu era jovem, desprezava-se o elemento narrativo, chamando-o de “histórinha” e esquecendo-se que a poesia começou como narrativa; nas raízes da poesia está a épica, e a épica é o gênero poético primordial – e narrativo. Na épica encontra-se o tempo; ela tem um antes, um durante e um depois.
(Jorge Luis Borges)
2.2.1 Características do texto narrativo
Quando se solicita uma narrativa em um contexto de exame vestibular, espera-se uma redação em que apareçam de forma articulada os elementos constitutivos desse tipo de texto. Isso porque construir um texto narrativo não é meramente relatar um acontecimento ou, em outras palavras, não é apenas encarar fatos, produzindo uma história.
Você já sabe que sua tarefa não será somente a de construir uma narrativa , mas de fazê-lo para atender à solicitação de um exame vestibular, em que habilidades específicas – tais como capacidade para selecionar e interpretar dados e fatos, de estabelecer relações e elaborar hipóteses – estarão sendo avaliadas.
Sendo assim, ao ocupar-se da caracterização dos elementos constitutivos desse tipo de texto, você terá de levar em conta algumas exigências/informações Do enunciado que determinam em parte esses elementos e que já são fornecidas na apresentação da proposta.
A esta altura você ainda sabe de que categorias narrativas nós estamos falando? Claro que sabe, mas sempre é bom recordar: narrador, personagem, enredo, cenário e tempo. Agora o importante é você refletir um pouco sobre o que significa caracterizar e desenvolver essas categorias narrativas. Vamos tentar ajudá-lo nesta tarefa.
Comecemos pelo narrador. A afirmação mais óbvia que se pode fazer a respeito desta categoria é a de que toda história precisa ser contada por “alguém”; esse “alguém” que conta a história em um texto narrativo é chamado de narrador. Ao se dizer que é o narrador quem conta a história em um texto narrativo, se está dizendo que é através dele que tomamos conhecimento do enredo, das características das personagens, da descrição dos cenários etc.
Da mesma forma é igualmente importante atentar para as decorrências da escolha de um narrador. Quer ele seja fixado previamente pela proposta da banca, quer ele seja escolhido por você, há que se tomar muito cuidado com as conseqüências dessa determinação.
Por exemplo, o grau de consciência que esse narrador pode ter das características (no caso, de personagens ou de cenário), ações, motivações etc., envolvidas na trama. Como você já sabe, esse grau de consciência depende muito de qual dos dois tipos de foco narrativo for adotado: narrador em 1ª ou 3ª pessoa. Se for em 3ª, ele pode saber tudo, se for em 1ª, depende da sua atuação dentro do enredo.
Sobre as personagens, é muito importante pensar no que significa caracterizá-las, de fato. Você certamente já imaginou fisicamente algumas delas (altura, cor dos cabelos, dos olhos, etc.), mas uma boa caraterização de personagens não pode levar em consideração apenas aspectos físicos. Elas têm de ser pensadas como representações de pessoas, e por isso sua caraterização é bem mais complexa, devendo levar em conta também aspectos psicológicos de tipos humanos. E isso, por sua vez, deverá estar sempre presente na sua cabeça quando você for trabalhar as ações das personagens dentro da trama que está criando. Ou seja, como acontece com as pessoas, o comportamento delas é em grande parte determinado por tais características psicológicas.
A presença obrigatória de elementos de cenário dentro de um texto narrativo não tem função de testar a capacidade do candidato de produzir trechos descritivos, descritivizados, ou sabe-se lá quais outras preciosidades de nomenclatura criadas a esse respeito. Na verdade, os cenários em uma narrativa devem ter uma função determinada no texto, ou seja, devem manter com a trama uma relação significativa. Explicando: o cenário não é apenas um palco onde as ações se desenrolam, mas deve integrar-se aos demais elementos da narrativa, por exemplo ao sustentar a presença de personagens, ao motivar ações específicas, ao fornecer indícios (pistas) sobre determinados acontecimentos etc.
Assim como as personagens representam pessoas e os cenários, espaços físicos (naturais, ambientais, geográficos etc.), o tempo numa narrativa representa, justamente... o tempo. Óbvio? Deveria ser, mas grande parte dos problemas de verossimilhança dentro de textos narrativos são derivados da maneira como freqüentemente se lida com essa categoria, tempo.
É muito comum, nas redações de vestibular ou não, o autor perder de vista o fato de que ele deveria estar, ficcionalmente, representando o transcurso de existência, de ações possíveis, no tempo. E ações e existências “consomem” tempo, na vida real. Portanto, por que não o fariam também no espaço ficcional? A orientação aqui, para se dar uma, é bastante simples: atenção para a maneira como os fatos, acontecimentos e ações das personagens se articulam no plano temporal, ou, em termos mais simples, atenção para o fato de que acontecimentos e ações têm, necessariamente, uma duração.
Pulamos o enredo? Na verdade, não. Apenas deixamos para comentá-lo no final – e de passagem –, por um lado porque é dele que você certamente tem a idéia mais bem formada (o enredo é a própria história); por outro, porque ele simplesmente não existe sem a caraterização e o desenvolvimento dos outros quatro elementos: o enredo é resultado da atuação das personagens em determinados cenários, durante certos períodos de tempo, tudo isso contado, para o leitor, por um narrador.
Retirado de: www.unicamp.br/redacao
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